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  • 28 de jun. de 2020

    Acrescentando...

    domingo, junho 28, 2020 10 Comments

     Passeando pelo Instagram semana passada encontrei o endereço Sem Juridiquês (Direito e Cidadania de forma simples), é do Professor  João Paulo Prado que já participou de 10 bancas de exame da OAB/FGV; Diretor da Eleva Educação e Professor por paixão. 
    Amei  página e  já estou seguindo. Visitem-no e deliciem-se com as suas postagens! Fica  Dica 😘

    Um dos maiores desafios das ciências políticas é a promoção da justiça social. 

    1- Desigualdade
    acesso desigual a oportunidades.

    2- Igualdade?
    Ferramentas e assistência uniformemente distribuídas.

    3-Capital próprio
    ferramentas personalizadas que identificam e tratam da desigualdade.

    4-Justiça
    corrigir o sistema para oferecer acesso igual às ferramentas e oportunidades de inicialização.



    24 de jun. de 2020

    Quem criou esses versos?

    quarta-feira, junho 24, 2020 10 Comments
    “Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão”.



    Minha netinha Bianca declamou assim 👇🏻



    Quadrinhas de quatro versos são de autoria popular e coletiva e passadas de geração em geração. Elas facilitavam a memorização de histórias quando a escrita e a leitura eram privilégios da corte e dos religiosos. 
    O ano exato da criação do poema é incerto, mas Silvio Romero, em Cantos populares do Brasil, registrou os versos em 1885. O original era “Batatinha quando nasce / Deita rama pelo chão; Mulatinha quando deita / Bota a mão no coração”, alusão aos assédios de patrões sobre mucamas na época da escravidão.  
    A rima provavelmente foi adaptada depois para ficar palatável às crianças. Assim, o “deita a rama” ou “esparrama” foi trocado por “espalha a rama”, e “mulatinha” por “menininha”. 

    Fontes: Ari Riboldi, especialista em expressões idiomáticas e Deonísio da Silva, etimólogo; livros Contos Populares do Brasil, de Silvio Romero, e Dicionário do Folclore Brasileiro, de Luís da Câmara Cascudo.
    https://super.abril.com.br/